sábado, 27 de novembro de 2010

Coroa do Advento - Como fazer

O nosso local de oração deve ser arejado, confortado e em penumbra. se possível usar só as luzes das velas. A árvore de batal representa a árvore da vida.
Nas celebrações do advento e nos terços as velas devem ser acesas na vela aos pés da Virgem. Esta vela representa a fé, a esperança e a confiança que Maria sempre teve em Deus, e que devemos manifestar.

Vamos montar o presépio:

As peças do presépio:

Menino Jesus, Maria, José, curral, manjedoura, O burro, o boi e os carneirinhos, Anjos, pastores, Estrela e os Reis Magos. No nosso presépio não tem o Menino Jesus. Ele chegará no Natal e os Reis Magos no dia de Reis.

As velas do advento são coloridas e devem ser colocadas em vidros de uso domésticos que podem ser enfeitados de acordo com a criatividade de cada um. coloca-se um fundo de areia para não correr riscos de incêndio.

Na confecção da coroa do advento eram usados ramos de pinheiro e cipreste, únicas árvores cujos ramos não perdem suas folhas no outono e estão sempre verdes, mesmo no inverno. Aqui poderíamos usar samambaias, de preferência a renda portuguesa que agüenta mais tempo sem perder o verde. Os ramos verdes são sinais da vida que teimosamente resistem; são sinais da esperança. Podemos envolver a coroa com uma fita vermelha que lembra o amor de Deus que nos envolve e nos foi manifestado pelo nascimento de Jesus.

A nossa coroa é bem mais simples. Ao invés de usarmos material natural usaremos material artificial.

domingo, 26 de setembro de 2010

Dinâmica celebrativa - A cruz de Cristo.

1. Una a ponta superior es­querda da folha de sulfite com a lateral direita, de maneira que a dobradura lembre um triângulo, com sobra de papel embaixo.
2. Agora, una a ponta di­reita da folha de sulfite com o lado esquerdo, formando uma espé­cie de casinha.
3. Deixe a casinha na posição vertical e faça uma dobra ao meio, de maneira que as dobras do telhado fiquem para dentro, formando um avião.
4. Segure a dobradura de forma que a ponta fique para cima, Faça duas dobras bem frisa­das, dividindo a folha em três partes.
5. Agora, corte o papel usando os fri­sos dessas duas últimas dobras.
O papel maior que sobrar, abra-o cuidadosamente. Desdobre com cuidado a parte maior. Resultado: Eis a cruz de Cristo!

Agora desdobre o resto e tente formar uma palavra relacionada com o encontro de hoje. O que fazemos com o lixo?

Dinâmica de integração e comunhão - Cristo no irmão

Objetivo: Ver no próximo a pessoa de Jesus Cristo.


Começar perguntando: Quem ama a Deus? Quem ama o irmão? Forma-se duas filas, uma de frente com a outra. Depois, com um crucifixo de tamanho médio (1m + ou – de altura), pedir que cada pessoa dê um beijo na imagem de Jesus Cristo, na parte em que mais te tocar o coração! Feito isso, mandar cada um pegar na mão do irmão ao lado e dar um beijo, no mesmo local que deu na imagem. Antes de comentar os resultados ler: 1Jo 4, 15 – 21.

Conversar com todos e deixar que todos falem. Porque dizemos que amamos a Deus e não somos capazes de amar o irmão? Finalizado esta ação, passar uma mensagem
envolvendo estas palavras: humildade e amor ao próximo.

domingo, 19 de setembro de 2010

Mensagem Soares

Somos uma família que trabalhamos para levar a palavra de Deus a todos os povos como pediu o Mestre(Mt28, 19-20), alegrar os corações e preparar as pessoas para a vida cristã. Aqui você encontra mensagens, formação e informação da nossa igreja. Visite-nos e com certeza sairás muito mais feliz.

referente a: Blogger: Painel (ver no Google Sidewiki)

Autoconhecimento, discernimento e percepção - Mancha ou ponto

Objetivo: Procurar ver as coisas positivas e o lado bom das pessoas, revisão de vida...

Material: uma folha branca com um ponto escuro ou mancha, bem no centro da mesa.

O assessor coloca a folha com o ponto ou mancha no centro e pede que todos observem silenciosamente por um minuto. Depois devem conversar de dois em dois para entenderem a folha e em seguida descreverem o que viram.

Provavelmente a maioria se deterá no ponto escuro. Ajude o grupo a reverterem suas posições. Em geral, nos apresentamos nos aspectos negativos dos acontecimentos, das pessoas, esquecendo-nos do seu lado luminoso que, quase sempre, é maior. Ao invés de aportarmos o defeito dos outros, porque não apontamos as qualidades?

Palavra de Deus: 1 Cor 3,1-4 Sl 51

Acolhida, integração e participação – Fatos ou boatos

Objetivo: Ajudar a integração no grupo, na participação pessoal e fazer uma boa acolhida.

O assessor pede para o grupo fazerem duas filas, uma na frente do outro e os pares se darem as mãos de frente. A dinâmica é muito parecida com a brincadeira do grilo. O assessor explica que ao sinal dado os participantes devem conversar sobre fatos (algo que aconteceu na semana) ou boato (alguma fofoca que escutou). Quando o assessor disser fatos ou boatos um dos primeiros participantes solta seu par e corre para o final da fila e todos trocam de pares acompanhando a fila. O assessor deve escolher antecipado o lado que irá andar para não causar tumultuo.

Quando o primeiro que saiu voltar ao seu lugar, convidar o grupo para refletir no que foi importante.

Dinâmica de partilha, ajuda e participação – Quem é mais esperto?

Objetivo: Despertar a importância do outro e a solidariedade.

Perceber o nosso individualismo e descobrir soluções em conjunto com outras pessoas.

Material: Balas para todos. Cabos de vassoura ou varas. Barbantes.

O assessor pede a participação de alguns voluntários de acordo com o número de varas. Pede que eles abram os braços. Por a vara ou cabo da vassoura nos ombros acompanhando os braços e amarrar os braços abertos na vara, para não dobrar.Por as balas numa mesa e pedir aos dois para chuparem balas sem dobrar os braços que estão amarrados.

Palavra de Deus: AT.4, 32-37 Sl. 15

Analisar a dinâmica:

Como se sentiram?

O que o grupo observou? Poderia ter sido diferente?

Por que os dois agiram assim?

Isso tem alguma coisa com o nosso dia a dia?

O que acharam da dinâmica?

sábado, 18 de setembro de 2010

18 – Dinâmica de Liderança – As características de um líder

OBJETIVOS: Comparar os resultados de uma decisão individual com uma decisão grupal e explorar valores que caracterizam um líder.

TEMPO EXIGIDO: Aproximadamente uma hora.

MATERIAL: Uma cópia das características de um líder, conforme consta no final deste exercício, para cada participante e Lápis ou caneta para cada participante.

O assessor distribui a lista de Relação das características de um líder para cada participante e pedir que responda individualmente e assine. A seguir recolhe, dividi o grupo em subgrupos, distribui novamente a ficha para o subgrupo e pede que responda em conjunto. Cada subgrupo deve escolher um relator para a assembléia. Comparar as respostas.

Relação das características de um líder

Instruções: Abaixo há uma lista de 12 características de um líder. Seu trabalho será de enumerar essas características de acordo com o grau de importância para um bom líder.

( ) mantém a ordem durante todo o tempo da reunião;

( ) é amigo e social;

( ) tem idéias novas e interessantes: é criativo;

( ) sabe escutar e procura compreender as outras pessoas;

( ) é firme e decidido, não hesita;

( ) admite abertamente seus erros;

( ) procura fazer entender a todos;

( ) promove oportunidade para que todos os membros ajudem na solução dos problemas;

( ) sabe elogiar com frequência e raras vezes critica negativamente;

( ) gosta de conciliar;

( ) segue rigorosamente as regras e os procedimentos;

( ) nunca manifesta rancor e insatisfação.

domingo, 12 de setembro de 2010

Dinâmica de Espiritualidade - FÉ E VIDA

OBJETIVO : Mostrar que a fé deve estar ligada com a realidade e participação da comunidade.
MATERIAL : 3 copos com água e 3 sonrisal (efervescente).
DESENVOLVIMENTOS : O Sonrisal é a nossa fé, o copo com água é a comunidade. No 1º copo colocar o sonrisal fechado no lado de fora do copo. Será que nossa fé não está igual o sonrisal, fechado e alheio à comunidade? Será que nossa fé não está alienada? No 2º copo colocar o sonrisal fechado dentro do copo. O sonrisal está na água mas não se mistura. Nós estamos dentro da Comunidade, mas será que não estamos fechados ao próximo que nos pede ajuda? Será que não vivemos uma fé individualista? Abrir um sonrisal e misturar com a água do 3º copo.O sonrisal irá se misturar com água e se transformará em remédio. Nossa fé dever ser transformadora, inserida na comunidade, deve estar ligada à ação. "A FÉ SEM OBRAS É MORTA".

Dinâmica de Acolhida e participação e integração - AMOR E VIDA

Desenvolvimento: separar as pessoas em grupos iguais e identificar um grupo com o nome de Amor e o outro com o nome de vida. Pedir que cada pessoa de um grupo fique com uma pessoa do outro grupo. Cada vez que um nome for chamado deve responder oi e fazer o gesto relativo ao que o assessor falar.

Amor: oi! Pergunte para sua vida qual o nome dela.

Vida: oi! Pergunte para seu amor qual o nome dele.

Amor: oi! Diga para sua vida o quanto você está feliz por ela.

Vida: oi! Pegue nas mãos do seu amor e retribua.

Amor: oi! Pergunte para sua vida se ela tem outro amor.

Vida: oi! Pergunte para seu amor se ela outra vida.

Amor: oi! Pergunte para sua vida qual o significado do amor para ela.

Vida: oi! Pergunte para seu amor qual o significado da vida para ela.

Amor: oi! Não deixe sua vida escapar, abrace-a.

Vida: oi! Você é livre, vá em busca de outro amor.

Amor: oi! Pergunte para sua nova vida qual seu nome.

Vida: oi! Demonstre que você está feliz, abrace seu novo amor.

Amor: oi! Fale para sua nova vida que está muito feliz em tê-Ia.

Vida: oi! Seu verdadeiro amor a chama, volte para seu primeiro amor.

Amor: oi! Fale para sua vida que estava com muita saudade.

Vida: oi! Fale para o seu amor que está muito feliz em revê-lo.

Amor: oi! Diga para sua vida como seria se você não tivesse amor.

Vida: oi! Diga para seu amor como seria se você não tivesse uma vida.

Amor e vida: oi! Batam palmas porque só assim podemos ver estas duas coisas que são importantes para o ser humano!

sábado, 11 de setembro de 2010

Dinâmica de apresentação - O senhor sabe tudo o que faço.

Objetivo:
Conhecimentos mútuos, memorização dos nomes e integração grupal.


Em círculo, começar rezando o Sl 139(138), refletir no valor do conhecimento mútuo, e na importância de estarmos sempre em contato com a Palavra de Deus, procurar saber de suas vontades, pois Ele sabe tudo o que se passa conosco. Tempo para a reflexão. Começar a apresentação explicando que cada um dirá o seu nome e perguntará o do colega da direita. O colega da direita terá que repetir o nome acrescentando um adjetivo que tenha a mesma inicial e também dizer o seu nome. Virar para o próximo e perguntar o nome. Ex: 1º - Meu nome é Roberto, e o seu? 2º - Prazer Roberto Risonho, meu nome é Paulo, e o seu. A brincadeira segue até chegar novamente no primeiro.

Encerrar cantando o Sl 139(138).

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Dinâmica de discernimento - Qual é o seu maior tesouro?

Objetivo: Ajudar os jovens a descobrirem o seu ideal e encontrarem o seu caminho rumo a santidade.

Ler Lucas 18, 17-30. Enfatizar a questão do apego aos bens materiais de uma forma que leve o jovem a se questionar. Descobrir juntos o que traz a felicidade que dura e a felicidade passageira. Fazer a separação do que é riqueza e do que é tesouro. Por exemplo: um carro é riqueza, pois é comprado. Já uma amizade verdadeira é um tesouro, pois é conquistada. Levar a consciência que o maior tesouro que temos é o próprio Deus, o resto tudo, um dia irá passar. Só Deus é capaz de nos preencher completamente, o resto, com o tempo, nos esvazia. Dividir o grupo em subgrupos, fazer uma lista do que é Riquezas e outra lista do que é Tesouro explicando o porque de cada um. Depois comparar os resultados de cada grupo

Qual é o seu maior tesouro?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Dinâmica de Oração – A oração do Pai Nosso?

Objetivo: Meditar na oração do Pai Nosso.
Pedir que uma pessoa com uma cópia da meditação fique escondida. Se for em um local com serviço de som será melhor. Peça para uma pessoa rezar o Pai Nosso bem devagar, parando em cada frase. Quando a pessoa ficar meio perdida ou desconfiada, dar uma cópia para ela sem as respostas.
· Pai nosso que estais no céu ...
- Sim? Estou aqui.
· Por favor, não interrompa, estou rezando!
- Mas você me chamou!
· Chamei? Eu não chamei ninguém. Estou rezando: Pai Nosso que estais no céu...
- Aí, você me chamou de novo.
· Fiz o que?
- Me chamou! Você disse: Pai Nosso que estais no céu. Estou aqui! Como é que posso ajudá-lo?
· Mas eu não quis dizer isso. É que estou rezando. Rezo o Pai Nosso todos os dias, me sinto bem rezando assim. É como se fosse um dever e não me sinto bem até cumpri-lo”
- Mas como podes dizer Pai Nosso, sem lembrar que todos são teus irmãos, como podes dizer, que estais no céu, se você não sabe que o céu é a paz, que o céu é o amor a todos.
· É, realmente não havia ainda pensado nisso.
- Mas, prossiga a sua oração!
· Santificado seja o vosso nome...
- Espere aí! O que você quer dizer com isso?
· Quer dizer, quer dizer, é... Sei lá o que significa. Como é que vou saber. Faz parte da oração, só isso!
- Santificado significa digno de respeito, santo, sagrado.
· Agora entendi. Mas nunca havia pensado no sentido dessa palavra SANTIFICADO. Venha a nós o vosso Reino, seja feita a vossa vontade assim na terra como no céu...
- Está falando sério?
· Claro, porque não?
- E o que você faz para isso acontecer?
· O que faço? Nada. É que faz parte da oração e além disso seria bom que o Senhor tivesse um controle de tudo o que acontece no céu e na terra também.
- Tenho controle sobre você?
· Bem, eu freqüento a Igreja!
- Não foi isso que eu perguntei. Que tal o jeito que você trata os seus irmãos, a maneira como você gasta o seu dinheiro, o muito tempo que você dá à televisão, as propagandas que você corre atrás e o pouco tempo que dedica a mim?
· Por favor, para de criticar.
- Desculpe, pensei que você estava pedindo para que fosse feita a minha vontade. Se isso for acontecer tem que ser com aqueles que rezam, mas que aceitam a minha vontade, o frio, o sol, a chuva, a natureza, a comunidade.
· Está certo, tem razão, acho que nunca aceito a sua vontade, pois reclamo de tudo: se manda chuva, peço sol, se manda sol, reclamo o calor, se manda o frio, continuo reclamando, se estou doente, peço saúde, se me dá saúde, não cuido dela, deixo de me alimentar, ou como demais...
- Ótimo reconhecer tudo isso. Vamos trabalhar juntos eu e você. Mas olha, vamos Ter vitórias e derrotas também. Eu estou gostando dessa nova atitude sua.
· Olha, Senhor, preciso terminar agora. Esta oração está demorando muito mais do que costuma ser! Vou continuar: o pão nosso de cada dia nos daí hoje...
- Pare aí, você está pedindo pão material? Não só de pão vive o homem, mas também da minha palavra. Quando me pediram o pão lembre-se daqueles que nem conhecem pão. Pode pedir-me o que quiser desde que me veja como um Pai amoroso! Estou interessado na próxima parte de sua oração. Continue!
· Perdoe as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido...
- E o seu irmão desprezado?
· Está vendo? Olhe Senhor, ele me criticou várias vezes e não era verdade o que dizia. Agora não consigo perdoar. Preciso me vingar.
- Mas, e sua oração? O que quer dizer sua oração? Você me chamou, e eu estou aqui, quero que saia daqui transfigurado, estou gostando de você porque está sendo honesto. Mas não é bom carregar o peso da ira dentro de você, não acha?
· Acho que iria me sentir melhor se me vingasse!
- Não vai não! Vai sentir-se pior. A vingança não é tão doce como parece. Pense na tristeza que me causaria, pense na sua tristeza agora. Eu posso mudar tudo para você. Basta você querer.
· Pode? Mas como?
- Perdoe seu irmão, eu perdoarei você e te aliviarei!
· Mas Senhor, eu não posso perdoá-lo!
- Então não me peça perdão também!
· Mas uma vez está certo! Mais do que quero vingar-me, quero a paz com o Senhor. Está bem, está bem; eu perdôo a todos, mas ajude-me, Senhor. Mostra-me o caminho certo para mim e meus inimigos.
- Isso que me pede é maravilhoso, estou muito feliz com você. E você, como está se sentindo?
· Bem, muito bem mesmo! Para falar a verdade nunca me senti assim. É tão bom falar com Deus.
- Ainda não terminamos a oração, prossiga...
· E não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal...
- Ótimo, vou fazer justamente isto, mas não se ponha em situações onde possa ser tentado.
· O que quer dizer com isso?
- Deixe de andar na companhia de pessoas que o levam a participar de coisas sujas, intrigas, fofocas, abandone a maldade, o ódio, isso tudo vai levá-lo para o caminho errado. Nas mais use como saída de emergência.
· Não estou entendendo!
- Claro que entende! Você já fez isso comigo muitas vezes. Entra no erro depois corre a me pedir socorro.
· Puxa, como estou envergonhado!
- Você me pede ajuda, mas logo em seguida volta a errar de novo para mais uma vez vir a fazer negócio comigo!
· Estou com muita vergonha. Perdoe-me Senhor!
- Claro que perdôo! Sempre estou perdoando quem perdoa também, mas não esqueça, quando me chamar, lembre-se de nossa conversa, medite cada palavra que fala. Termine sua oração.
· Terminar? Há, sim, “Amem”!
- O que quer dizer com amém?
· Não sei, é o final da oração?
- Você só deve dizer “amém” quando aceita tudo o que quero, quando concorda com a minha vontade, quando segue os meus mandamentos, porque AMÉM quer dizer: Assim seja, concordo com tudo que rezei.
· Senhor, obrigado por ensinar-me.
- Eu amo a cada um dos meus filhos e filhas, principalmente o que quer sair do erro. Abençôo-te e fica com a minha paz.
· Obrigado, Senhor! Estou muito feliz em saber que és meu amigo
Refletir com o grupo na importância da oração, em especial, da oração do Pai Nosso. Ajudar a todos a expressarem suas opiniões.

Dinâmica de Leitura Bíblica e Oração – Quando devemos orar?

Objetivo: Descobrir o valor e os momentos de oração.

Folhe de Papel, caneta e Bíblia.

Dividir o grupo em subgrupos e distribuir para cada um uma passagem bíblica com as perguntas:

Quando devemos rezar? Porquê devemos rezar? Como deve ser nossa oração?


Jesus ensina a rezar – (Mt 6, 5 -13 e Mc 11, 22 – 25).

Jesus reza ao assumir a Missão (Lc 3,21; 4 1).

Enfrenta o diabo com a Bíblia (Lc 4,3-12).

Reza para escolher os Apóstolos - e você – (Lc 6, 12 – 13).

Reza antes das refeições e ao falar da sua Paixão (Lc 9,16-18).

Reza na agonia, na cruz e na morte (Lc 22 40-46).

Na apresentação dos trabalhos escutar atentamente e ajudar ao grupo a assumir o desejo da oração em suas vidas.

Dinâmica de Leitura Bíblica e Oração - Para estudo de grupo

Material: Folhas de papel e lápis para cada participante; Bíblias.

Objetivo: Descobrir o valor da oração e a necessidade de orar.

Divida a turma em grupos. Distribua as leituras e perguntas por grupos diferentes. Dê um tempo para cada grupo ler, conversar sobre cada parte e responder de preferência escrevendo um texto. Depois junte todos, ouça as respostas e faça comentários.

Como e porquê devemos orar? Mateus 6, 5 -13.

Como e porquê devemos orar? Marcos 11, 22 – 25.

Como é a pessoa que costuma orar? Romanos 12, 10 – 21.

Para que serve a oração e a Palavra de Deus? Efésios 6, 10 – 20.

Respostas para ajudar na reflexão:

1 - Ao orar a pessoa assume a existência de um Deus amoroso que está atento para sua realidade e é Onipresente. A constância desta ação, inculca na mente Sua presença, levando a pessoa a sentir-se acompanhada. Na oração descobrimos nossa dependência do Criador, e a necessidade de Sua orientação, proteção, conforto. A prática da oração impulsiona a pessoa à disciplina da dependência; o que redundará em conhecimento, obediência, e bênçãos. A oração também possui uma função terapêutica, pois, leva a pessoa a abrir-se; a colocar para fora aquilo que incomoda, que amedronta; e que, se guardado, poderia facilmente redundar em distúrbios emocionais, ou mesmo depressão. Ao se colocar diante do Deus Amor; criador e sustentador do universo, inclusive de sua própria vida, a pessoa liberta-se da ansiedade de seu próprio controle.

Leia e medite com todos Filipenses 4, 4 – 9.

A oração é importantíssima porque a partir dela o Espírito do Senhor trabalha em nosso ser, guiando e confortando-nos para uma vida melhor.

sábado, 4 de setembro de 2010

Dinâmica de Apresentação Eu sou ... e você quem é?


Objetivo
- Essa dinâmica mostra que todos nós devemos nos conhecer bem, para poder nos amar mutuamente. Deus nos conhece e nos ama. Ele nos conhece pelo nosso nome (Ap 2, 17b). Foi assim que Jesus e os apóstolos começaram a ter amizade, como em Jo l, 39: "Então (Pedro e André) foram e viram onde (Jesus) morava e permaneceram com ele naquele dia". Quando conhecemos pessoalmente alguém, deixamos de lado as fofocas e os preconceitos, temos melhores condições de gostar dessa pessoa como realmente ela é e não como os outros pensam que seja.

Em Jo 10, 14 Jesus diz: "Eu sou o bom pastor; conheço as minhas ovelhas e as minhas ovelhas me conhecem".( Jo 10, 14 ) Quanto mais nos conhecemos, melhor podemos amar.

Desenvolvimento - Os participantes agora estando todos sentados; o assessor diz o seu nome, o que mais gosta de fazer, o que espera encontrar no grupo e pergunta o nome do que esta à sua esquerda; o da frente fala o nome do assessor, o seu nome, o que mais gosta de fazer, o que espera encontrar no grupo e pergunta o nome do que esta à sua esquerda; a terceira pessoa fala o nome da segunda, o seu nome, o que mais gosta de fazer, o que espera do grupo e pergunta para o que está à sua esquerda, assim sucessivamente até chegar ao animador.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Dinâmica de Apresentação e participação - Cartão Musical.

Objetivo

1- Facilitar o relacionamento e a apresentação entre os participantes de um grupo.

O assessor distribui um cartão, um lápis e um alfinete para cada participante e pede que cada um escreva no cartão o nome e prenda-o na blusa. (Não pode ser apelido) Depois os participantes sentam-se em círculo. O assessor coloca-se no centro e convida uma pessoa para o centro cantando:

“Quando vim para este grupo, um(a) amigo(a) eu encontrei (o assessor escolhe uma pessoa) como estava ele(a) sem nome, de (nome da pessoa) eu o(a) chamei.

Oh! (nome da pessoa), que bom te encontrar, unidos na amizade nos iremos caminhar”(bis).

(Melodia: Oh, suzana!!)

O assessor junta-se ao círculo e a pessoa escolhida, entoa a canção, ajudada pelo grupo, repetindo o mesmo que o coordenador fez antes. E assim prossegue o exercício até que todos tenham se apresentado.

4- A última pessoa entoa o canto da seguinte maneira:

“Quando vim para este grupo, mais amigos encontrei, como eu não tinha nome, de ...(cada um grita seu nome) eu o chamei.

Oh! amigos(as), que bom nos encontrar, unidos lutaremos para o mundo melhorar (bis)”

Avaliação

1- Para que serviu a dinâmica?

2- Como nos sentimos?

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Dinâmica de comunhão e participação - Ser Igreja

Objetivo: Fazer entender a necessidade de ser membro do reino de Deus como discípulos missionários.

Material: bolas de inflar (bexiga).

Entregar uma bexiga a cada pessoa pedindo que elas brinquem com as bolas, jogando uma para a outra, sem deixar cair. O assessor aos poucos vai tirando as pessoas da brincadeira, aumentando a dificuldade dos últimos para deixar tantas bexigas no ar. Quando tiver muitas bexigas no chão, encerrar a dinâmica e Ler I Coríntios 12:12-27 Igreja é como um corpo

refletir com os participantes:

É fácil manter as bexigas no ar? O que acontece quando alguém desiste? Dá para manter as bexigas no ar sozinho?

Explicar que a igreja está dentro de cada um, e que todos devem participar, pois cada um tem um lugar especial na igreja. A igreja, assim como as bexigas não podem se sustentar no ar, isto é, de pé, sozinha ou com poucas pessoas, ela precisa de todos nós. Somos membros de um corpo místico, o corpo de Cristo que é a sua igreja. Se um desistir, é possível que assim deixará outro cair.

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

A Cruz de Jesus


Þ Cola de isopor

Þ 9 pregadores de madeira para roupa.

Þ Pedaço de isopor

Þ Desmonte os grampos.

Þ Corte um isopor em formato de cruz: com 30 cm de comprimento e 17 cm de largura e braços de mais ou menos 2 cm,

Þ Cole as duas partes de um grampo, uma ao lado da outra, no início da tira mais comprida.

Þ Depois siga abaixo colocando os outros 4 grampos desmontados, que formam 8 peça.

Þ Cole na tira menor mais 2 grampos desmontado, sendo um grampo de cada lado.

Þ No centro do crucifixo, uma duas peças de grampos ao contrário, para formar a cabeça e o tronco de Jesus.

Þ Depois é só colar os braços e as pernas.